PODOLOGIA E VOCÊ
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Pés, cuidados no inverno
O inverno faz com que muitos homens e principalmente mulheres esqueçam de seus pés. A tendência da pele no inverno é ficar mais ressecada pela mudança de temperatura e pelo clima mais seco. Quando a pele fica muito esbranquiçada, sem elasticidade, áspera e sem brilho é sinal que está faltando hidratação. Com o frio, é normal as pessoas usarem meias mais grossas ou às vezes até duas meias, pelo fato de sentirem mais frio.
Com isso, os pés sofrem mais, pois ficam muito justos dentro dos sapatos, provocando assim o aparecimento de calos, calosidades e até fissuras na região do calcâneo. É muito importante tirar um dia da semana (escolha um dia de sua preferência) para fazer uma esfoliação e logo depois aplique um creme para hidratar. Use esfoliantes e cremes específicos para os pés. Faça uma hidratação diária com cremes.
Alguns cremes possuem até 10% de uréia sendo assim ótimos hidratantes, podendo ser usados também nas mãos, joelhos e cotovelos. No dia seguinte promova a hidratação com óleo vegetal e assim sucessivamente, pois alternando uso de creme e óleo, conseguimos o equilíbrio entre água e gordura para a pele.
Para potencializar a hidratação, após o creme ou o óleo, envolva os pés em plástico filme de PVC, por aproximadamente 20 minutos. Para os dias de muito frio presenteie-se com um escalda pés. Sugestão: água morna com gotinhas de óleo essencial de hortelã ou chá de hortelã.
Este escalda pés além de relaxar, deixa os pés quentinhos e o aroma alivia vias respiratórias.Cuide bem dos seus pés no inverno, para exibi-los lindos no verão!
Importante: Todos os produtos devem ser previamente testados afim de descartar a hipótese de alergias.
O escalda pés para diabéticos deve ser feito com a água morna.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
Podologia Infantil: bebês também precisam de podólogo
O choro frequente do bebê, muitas vezes, pode não estar associado a cólicas ou dor de ouvido, mas a uma unha encravada que inflamou. A solução é recorrer a um especialista em Podologia Infantil.
Pouco conhecida, a técnica é muito eficaz no tratamento do problema, desencadeado principalmente por conta de cortes irregulares da unha, meias e sapatos apertados, macacões e mijões justos ou constantes atritos do pezinho no bebê-conforto, cadeirinhas e carrinhos.
A herança genética também é uma das causas. "Quando os pais têm unha encravada, provavelmente, seus filhos apresentarão algum tipo de problema nos dedinhos", afirma a podóloga Yumi Ikeda, da Clínica Yumi Ikeda Podologia, que atende crianças de todas as idades, inclusive recém-nascidos.
Em muitos casos, a mãe procura primeiramente pelo pediatra que, após o diagnóstico, encaminha o bebê para o tratamento adequado com a podóloga.
A especialista Yumi Ikeda desenvolveu uma abordagem diferenciada para o público infantil. "As crianças podem associar o ambiente clean da clínica com alguma situação de desconforto, por exemplo, em um hospital ou posto de vacinação. Por isso, procuramos conquistar a confiança do pequeno cliente com alguns recursos lúdicos."
A primeira consulta consiste em uma análise detalhada do problema. "Algumas crianças chegam aqui sentindo dor no dedinho por conta da inflamação. Então, iniciamos o tratamento com muito cuidado e orientamos a mamãe sobre a forma e a periodicidade indicadas para o corte da unha", acrescenta a podóloga.
O que é unha encravada?
A Onicocriptose, ou mais conhecida como unha encravada, ainda é motivo de grande desconforto. A intervenção cirúrgica normalmente não resolve o problema. Os podólogos entendem que, em 99% dos casos, é possível solucionar o problema sem a intervenção cirúrgica.
A unha encravada é uma dolorosa afecção que aparece freqüentemente na última falange do primeiro dedo e geralmente ao seu redor, se desenvolve-se um tecido granulomatoso. O tratamento está restrito somente à retirada da espícula (pedaço da unha) e não da unha propriamente dita.
Tratamento: Para a retirada do fragmento ungueal (espícula), procedemos da seguinte forma abaixo.1) Assepsia dos pés;
2) Limpeza da zona a tratar com solução fisiológica e água oxigenada;
3) Com bisturi de unha, faz-se um corte da unha desde o ponto 1 até o ponto 2 a 4 ou 5 mm da borda lateral da mesma;
4) Separa-se suavemente o fragmento cortado e em seguida retira-se o mesmo, e
5) Finalmente, aplica-se uma pomada cicatrizante e bactericida e protege-se o dedo com um curativo. Após dois dias, o cliente deverá retornar para a retirada do mesmo. Pode haver a necessidade de um segundo curativo
quarta-feira, 18 de julho de 2012
O caminho que levará você a pisar nas nuvens
Isso significa esfregá-los com esponja, água e sabão, com uma atenção especial à parte entre os dedos e cantos das unhas. E, para completar o ritual de limpeza, depois do banho, secar bem os pés com uma toalha. Uma boa dica para garantir a secagem e afastar os fungos causadores das frieiras é passar papel higiênico entre os dedos. Para evitar micoses e o incômodo mau cheiro, também é recomendado o uso uniforme de talco (de preferência os de polvilho). Aqueles que costumam suar muito nos pés devem dar preferência aos sprays antitranspirantes.
Após a correta higienização, o uso de cremes hidratantes (principalmente aqueles à base de uréia) deixa a pele dos pés mais macia e evita rachaduras - especialmente nas estações mais frias e secas. Entretanto, fique atento ao excesso de hidratante entre os dedos e nos cantinhos das unhas, pois isso serve de porta de entrada para os fungos.
Esse tipo de corte, em ângulo reto, evita que as unhas fiquem encravadas. Se isso for feito por um pedicure ou um podólogo, é ideal certificar-se de que os produtos (tesouras, alicates) utilizados pelo profissional estejam esterilizados e as lixas, descartáveis. Objetos contaminados podem transmitir doenças como aids e hepatite. Segundo Carlos Roberto Basseto, as estufas para esterilização desses materiais, geralmente, devem ter temperatura mínima de 170º C, e os objetos precisam permanecer nela por pelo menos duas horas. Outro método bastante usado hoje em dia por estes profissionais é a autoclave, uma espécie de panela de pressão automática, onde a peça permanece por até 50 minutos, sendo esterilizada a uma temperatura entre 140 e 170º C.
Ao escolher o profissional, o ideal é verificar se ele tem a formação técnica e os cuidados de higiene necessários para realizar o tratamento. "O bom podólogo deve levantar primeiramente o histórico médico do cliente e, de preferência, trocar os instrumentos descartáveis sempre em sua frente. Assim, o trabalho fica mais transparente", esclarece o especialista Carlos Roberto Bassetto.
A principal orientação para quem é sedentário, é não deixar os pés parados em uma única posição por muito tempo, o que geralmente impede a circulação do sangue e provoca dores e inchaço. "Mesmo sentado, é possível mexê-los (para frente, para trás e em movimento circular)", ensina o ortopedista Carlos Alfredo Lobo Jasmin, da ABTPé.
Se os pés incharem, a dica é elevá-los a uma altura acima do quadril, ou fazer um 'escalda-pés', ou seja, mergulhá- los em uma bacia com água morna e sal (ritual que não é indicado aos diabéticos, por causa da pouca sensibilidade à temperatura). "Se depois disso o inchaço persistir, um médico deve ser consultado, pois neste caso pode ser um problema de origem vascular", alerta o médico.
"O contato dos pés com o chão (especialmente em beirada de piscinas, vestiários de academias, clubes e areia das praias) facilita a contaminação por fungos e doenças", esclarece a dermatologista Márcia Yoshioka, da Unifesp.
Para inibir o excesso de transpiração - condição ideal para a ação de fungos, o recomendado é evitar os calçados de plástico. Se o problema for manter a higiene, os contra-indicados são os feitos de tecido.
E, para quem costuma comprar palmilhas por conta própria, um alerta: a indicação desse acessório deve partir sempre de um ortopedista. Só ele saberá dizer qual o melhor modelo para cada caso.
De acordo com o ortopedista Carlos Alfredo Lobo Jasmin, usar calçado sem salto, nem pensar. A altura aconselhada para homens é de no mínimo 1,2 cm a 2 cm, e, para as mulheres, de 1,2 cm até 5 cm. O ortopedista desaconselha o uso de calçados no estilo 'rasteirinha' ou que não tenham nenhum tipo de proteção de borracha na base, porque facilitam o atrito dos pés direto com o chão - o que pode afetar todas as estruturas desses membros.
Um cuidado adicional, de acordo com o especialista, é observar a finalidade de sua utilização (caminhada, corrida, futebol, basquete). Também devem possuir certificado de garantia, no momento da compra, e precisam constar nas embalagens. A regra básica é que tenham sistema de amortecimento. "Um tênis de caminhada, por exemplo, não serve para corrida", esclarece. Ao comprar meias, prefira as de algodão, porque absorvem mais a transpiração.
Para a manutenção da saúde dos pés, a dica é usar o mesmo par, no máximo, por dois dias seguidos. "Antes de guardá-los, é recomendável que sejam colocados em área ventilada e onde reflita os raios solares. Sprays antifungos também podem ser borrifados nos calçados, uma vez por mês", recomenda a dermatologista Márcia Yoshioka, da Unifesp.
O que causa os calos e as calosidades?
Os calos e as calosidades são causados por atrito ou pressão sobre a pele, em regra devido ao calçado inadequado ou a actividade profissional ou desportiva que implica fricção e pressão constantes. Porém, estas alterações podem ser indicativo de problemas mais complexos provocados por deformações na estrutura óssea ou alterações da própria marcha.
Localização de Calos e Calosidades
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