PODOLOGIA E VOCÊ
sexta-feira, 26 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Rachadura no calcanhar
Das podopatias (doenças nos pés), uma das que mais se destacam no sexo feminino, principalmente, é a Rachadura no Calcanhar ou Fissura Calcânea (lesões lineares ou estreitas da pele).
São lesões lineares, com espessamento e endurecimento, com perda de elasticidade que abre a pele.
As fissuras calcâneas podem variar em espessura; algumas lesam a pele apenas superficialmente e, outras podem até atingir tecidos profundos, com sangramento, devido ao espessamento e endurecimento da camada externa da pele (hiperqueratose), onde o tecido perde a elasticidade e abre, pela pressão ao se movimentar.
Às vezes, atingem os nervos, presentes na derme (segunda camada da pele), causando sangramento e a dor é como se cortasse a pele, com uma navalha.
- Defeitos Ortopédicos: forma de pisar ou andar incorreta;
- Hereditariedade;
- Alterações Climáticas: Frio, calor;
- Falta de hidratação: Ex.: Não beber água suficiente;
- Diabetes: Pele seca, e sem sensibilidade, é um perigo;
- Problemas vasculares;
- Conseqüência de psoríase;
- Micoses;
- Agressões químicas;
- Andar descalço: Além do uso de calçados abertos nos calcanhares (sandálias) entre outros.
Geralmente achamos que temos que lixar os pés até ficar bem fininho, ou eliminar toda queratose (pele morta), mas isso é muito errado! Pois quando lixamos os nossos pés abusivamente sem controle e conhecimento, aumentamos a queratose (pele morta) e fissuras, pois o nosso organismo entende que este lixamento maior é como uma agressão e com isso ele vai querer se defender gerando mais queratoses. Tudo tem um limite, a Podóloga sabe exatamente o quanto pode ser removido sem prejudicar a saúde de seus pés.
Nos institutos de beleza, as pedicures devem remover pouco das queratoses o que, geralmente, não acontece. Por serem leigas em podopatias e sem conhecimentos de biomecânica, em grande parte, estas profissionais não conhecem o limite, e deixam os calcanhares sem proteção, piorando, por vezes, a podopatia
É hora de hidratarmos mais os pés!
Para hidratação de fissuras (rachaduras) do calcanhar podemos utilizar vários produtos hidratantes, devemos evitar produtos que contêm em sua fórmula, o acido salicílico. Não é recomendável no portador da diabete, pois, muitas vezes, apresentam pele bastante seca, juntamente pela diminuição da sensibilidade (neuropatia periférica), os riscos de uma lesão tecidual são muito grandes, e as conseqüências, bastante graves.
Aconselhamos procurar uma podóloga profissional que faz uso de produtos, aparelho, técnicas e orienta, como se pode eliminar ou amenizar este problema de rachaduras, ajudando a fechar essas fissuras, tudo vai depender do que causa, e principalmente da cooperação do cliente.
OBS: Lembre se que, fissura calcânea intensa por longo período, às vezes, é sinal de doenças como diabetes, entre outras. Dependendo do prognóstico, o cliente é encaminhado a especialistas em dermatologia, endocrinologia, ortopedia, ou outras áreas médicas, pois assim, poderá ser diagnosticada a causa das fissuras calcâneas.
São lesões lineares, com espessamento e endurecimento, com perda de elasticidade que abre a pele.
As fissuras calcâneas podem variar em espessura; algumas lesam a pele apenas superficialmente e, outras podem até atingir tecidos profundos, com sangramento, devido ao espessamento e endurecimento da camada externa da pele (hiperqueratose), onde o tecido perde a elasticidade e abre, pela pressão ao se movimentar.
Às vezes, atingem os nervos, presentes na derme (segunda camada da pele), causando sangramento e a dor é como se cortasse a pele, com uma navalha.
Causas Frequentes
- Defeitos Ortopédicos: forma de pisar ou andar incorreta;
- Hereditariedade;
- Alterações Climáticas: Frio, calor;
- Falta de hidratação: Ex.: Não beber água suficiente;
- Diabetes: Pele seca, e sem sensibilidade, é um perigo;
- Problemas vasculares;
- Conseqüência de psoríase;
- Micoses;
- Agressões químicas;
- Andar descalço: Além do uso de calçados abertos nos calcanhares (sandálias) entre outros.
Como Prevenir
Geralmente achamos que temos que lixar os pés até ficar bem fininho, ou eliminar toda queratose (pele morta), mas isso é muito errado! Pois quando lixamos os nossos pés abusivamente sem controle e conhecimento, aumentamos a queratose (pele morta) e fissuras, pois o nosso organismo entende que este lixamento maior é como uma agressão e com isso ele vai querer se defender gerando mais queratoses. Tudo tem um limite, a Podóloga sabe exatamente o quanto pode ser removido sem prejudicar a saúde de seus pés.
Nos institutos de beleza, as pedicures devem remover pouco das queratoses o que, geralmente, não acontece. Por serem leigas em podopatias e sem conhecimentos de biomecânica, em grande parte, estas profissionais não conhecem o limite, e deixam os calcanhares sem proteção, piorando, por vezes, a podopatia
Forma de Cura
É hora de hidratarmos mais os pés!
Para hidratação de fissuras (rachaduras) do calcanhar podemos utilizar vários produtos hidratantes, devemos evitar produtos que contêm em sua fórmula, o acido salicílico. Não é recomendável no portador da diabete, pois, muitas vezes, apresentam pele bastante seca, juntamente pela diminuição da sensibilidade (neuropatia periférica), os riscos de uma lesão tecidual são muito grandes, e as conseqüências, bastante graves.
Aconselhamos procurar uma podóloga profissional que faz uso de produtos, aparelho, técnicas e orienta, como se pode eliminar ou amenizar este problema de rachaduras, ajudando a fechar essas fissuras, tudo vai depender do que causa, e principalmente da cooperação do cliente.
OBS: Lembre se que, fissura calcânea intensa por longo período, às vezes, é sinal de doenças como diabetes, entre outras. Dependendo do prognóstico, o cliente é encaminhado a especialistas em dermatologia, endocrinologia, ortopedia, ou outras áreas médicas, pois assim, poderá ser diagnosticada a causa das fissuras calcâneas.
terça-feira, 16 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Começa desde a infância
O seu bebê quando nasce também já precisa
de cuidados específicos para seus pezinhos...
Por isso leve seu bebê para uma avaliação ao podólogo, para orienta-los vocês papais os cuidados para o bem estar e conforto do
seu bebê.
Podóloga Amanda
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Pé diabético: 10 coisas que você precisa saber
2. Os sintomas são mais frequentes após alguns anos com o diabetes mal controlado. Muitas pessoas passam a apresentar problemas de diminuição de circulação arterial e de sensibilidade em pés e pernas.
3. A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação. A medida principal é manter os níveis da glicemia controlados; exame visual dos pés, diário; e avaliação médica periódica.
4. Pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 devem devem passar, regularmente, por uma avaliação dos pés.
5. O paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. Quem não tiver condições de fazê-lo, precisa pedir a ajuda de alguém. Deve-se verificar a existência de frieiras; cortes; calos; rachaduras; feridas ou alterações de cor. Uma dica é usar um espelho para se ter uma visão completa. Nas consultas, deve-se pedir ao médico que examine os pés. O paciente deve avisar de imediato o médico sobre eventuais alterações.
6. É preciso manter os pés sempre limpos, e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. É melhor não esfregar a pele. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos .
7. Use meias sem costura ou caso n seja possível, no avesso. O tecido deve ser algodão ou lã. Evitar sintéticos, como nylon.
8. Antes de cortar as unhas, o paciente precisa lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado, ou uma tesoura de ponta arredondada. O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional podologista treinado, o qual deve ser avisado do diabetes. O ideal é não cortar os calos, nem usar abrasivos. É melhor conversar com o médico e/ou podologista sobre a possível causa do aparecimento dos calos.
9. É melhor que os pés estejam sempre protegidos. Inclusive na praia e na piscina.
10. Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Antes de adquiri-los, é importante olhar com atenção para ver se há deformação. As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de couro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos. Além disso, recomenda-se a não utilização de calçados novos, por mais de uma hora por dia, até que estejam macios.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Salto alto,são lindos mas....
Símbolo de elegância e sensualidade, o salto alto é visto pela maior parte das mulheres como um item imprescindível no guarda-roupa. Seu uso freqüente, no entanto, é extremamente prejudicial à postura e à marcha daquelas que não dispensam o acessório, cada dia mais adotado por adolescentes – e até crianças. Um estudo recente comprova que o salto alto causa danos ao alinhamento postural e ao equilíbrio músculo - articular de meninas ainda em fase de crescimento que não abrem mão de andar nas alturas, o uso abusivo do salto alto traz prejuízos em qualquer idade, mas, na adolescência, o hábito provoca danos precoces em uma fase importante: a da formação do corpo.
O salto alto eleva o calcanhar e projeta o corpo para frente, mexendo com o equilíbrio e o centro de gravidade da adolescente. Para não cair, a usuária tem de compensar. Esses fatores compensatórios alteram a postura, desencadeando a hiperlordose lombar e a rotação anterior da bacia, também conhecida como bumbum empinado.
Com o desalinhamento corporal, as articulações e os músculos sofrem grande estresse. Ao longo do tempo, movimentos desarmônicos e problemas crônicos se impõem, caso não seja feito um tratamento de reabilitação. As meninas podem não sentir dor no auge da juventude, mas com o passar do tempo a conseqüências aparecem.
Limites por faixa etária:
- Crianças não devem, em hipótese alguma, usar salto, baixo ou alto.
- Os sapatos altos não devem ser usados constantemente por adolescentes porque o corpo ainda está em formação.
- Mulheres adultas que não abrem mão do acessório devem limitar o uso a três vezes por semana durante, no máximo, quatro horas.
Na hora da compra:
- Especialistas indicam o fim do dia como o melhor período para compra de sapatos, horário em que os pés estão inchados devido à rotina diária, o que proporciona a escolha de modelos mais confortáveis.
- Jamais compre sapatos menores que o seu pé.
- Não confie que o sapato vai se ajustar com o tempo de uso. No momento da compra, ele deve estar o mais confortável possível.
- Considerando que um pé é sempre maior que o outro, sempre calce o par antes da compra.
- Opte por materiais mais confortáveis e menos rígidos.
- Modelos de plástico impedem o pé de respirar e podem facilitar o aparecimento de micoses
- O conforto deve ser o principal fator a ser considerado.
- Faça rodízio entre saltos altos e baixos
- O uso crônico do salto alto causa o que os especialistas chamam de postura de varo em retro pé. O peso do corpo é descarregado na porção lateral dos pés, provocando uma torção no calcanhar.
- A marcha e o impulso ficam totalmente comprometidos, à medida que o salto diminui o tempo de apoio do pé no chão durante a caminhada.
- Infelizmente, 60% das mulheres priorizam a beleza, não o conforto. Elas não precisam abandonar os sapatos altos, mas devem fazer um rodízio com os mais baixos. Crianças não devem usar salto de maneira alguma.
- Saltos maiores que quatro centímetros desviam o eixo de gravidade, sobrecarregam a parte da frente dos pés, provocam dor lombar, comprometem o joelho e encurtam a panturrilha. Quem tem predisposição acaba desenvolvendo o joanete.
A prevenção é o melhor tratamento:
Alongamentos dos músculos depois de tirar os sapatos e massagem nos pés e nas panturrilhas são recomendados.
Mas, em alguns casos, intervenções cirúrgicas nos joelhos, nos pés ou na coluna são inevitáveis.
Prejuízos do uso freqüente:
- Pés e tornozelos: os calçados de salto alto obrigam a flexão do tornozelo, causam a sobrecarga do ante-pé e o afastamento dos pés, provocando dores e disfunções nessas estruturas.
- Coluna: o salto alto promove o aumento da lordose lombar e posiciona a pelve em ante-versão (bumbum empinado) deslocando o corpo para frente e provocando alteração postural.
- Joelhos: ficam mais próximos um do outro e passam a sofrer dores decorrentes da sobrecarga. A patela (rótula) também padece porque é desviada para dentro.
- Calcanhar: fica virado para dentro fazendo com que a usuária descarregue o peso do corpo na parte de fora dos pés.
- Marcha: por causa da sobrecarga nas articulações, nos músculos e nos ossos, ocorrem mudanças no padrão de andar. Para se equilibrar as usuárias diminuem o tempo em que o pé fica em contato com o solo durante a caminhada, sobrecarregando a musculatura e comprometendo a alinhamento da coluna.
Orientações:
Uso contínuo do salto alto "custa" caro.
Formato dos pés também é fator determinante para saber se a mulher pode ou não usar esse calçado sem sentir dores.
Desconforto, danos à coluna, dores no joelho, joanetes e calosidades são alguns dos danos causados pelo freqüente uso dos calçados de salto alto. Utilizado cada vez mais cedo, o salto alto pode ser encontrado também nos sapatos infantis e é uma das exigências das crianças.
A primeira medida a ser tomada quando a pessoa tem um problema agravado pelo uso desses calçados é diminuir o salto, o mais recomendado para uso diário é de até quatro centímetros.
Contudo, muitas pessoas não sabem que o formato dos pés é fator determinante para usar os calçados de salto alto. "Pessoas que têm pés largos vão sentir mais dificuldades do que aquelas que têm pés estreitos".
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